A mulher das exatas que virou poesia (e não bateu)
A mulher das exatas que virou poesia (e não bateu)
A mulher da lógica, dos números e das certezas descobre que tem coisa que fórmula nenhuma alcança. O post mostra que dar espaço à intuição não é abrir mão da razão, é parar de viver pela metade.
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O fim é ponto final; o recomeço é reticências…
O fim é ponto final; o recomeço é reticências…
O fim a gente quase nunca controla, mas o recomeço é escolha. O post separa as duas coisas: se o fim é ponto final, o recomeço é reticências, pura possibilidade escrita com a nossa própria caneta.
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Não quero me encaixar (cansei de ser contorcionista)
Não quero me encaixar (cansei de ser contorcionista)
A gente se espreme pra caber e vai perdendo pedaços no caminho. O post fala da coragem de não se encaixar: preferir ser inteira, mesmo desajustada, a ser uma versão aparada que agrada geral e não pertence a ninguém.
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O autoconhecimento não tem mapa (e o GPS também não pega)
O autoconhecimento não tem mapa (e o GPS também não pega)
A gente quer o roteiro com prazo pra "se resolver", e ele não existe. O post troca a angústia do destino pela ideia de cultivo: autoconhecimento é espiral, contínuo, e a meta nunca foi chegar.
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Desfrutar do voo do outro: amar sem virar GPS
Desfrutar do voo do outro: amar sem virar GPS
Por muito tempo a gente confunde amor com controle e chama vigilância de cuidado. O post fala de amar sem posse: dois adultos que se escolhem todo dia, cada um com suas asas, sem um bancar o GPS do outro.
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Cicatrizes não são defeito de fabricação
Cicatrizes não são defeito de fabricação
A gente esconde as marcas invisíveis como se fossem defeito. O post reposiciona a cicatriz: ela não é prova de que algo deu errado, é prova de que algo aconteceu e você continuou aqui.
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Mulher sobrecarregada não faz arte (faz lista)
Mulher sobrecarregada não faz arte (faz lista)
Existe um cansaço que sono nenhum resolve: o de carregar o mundo nas costas. O post mostra que a criação precisa de um vazio fértil, e que a sobrecarga é a primeira coisa a roubar esse vazio.
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Cuidar de si não é egoísmo (e eu tenho provas)
Cuidar de si não é egoísmo (e eu tenho provas)
"Tô ocupada comigo" ainda soa como desculpa esfarrapada. O post inverte a lógica: egoísta é quem deixa de se cuidar, porque mulher esgotada não sobra pra ninguém. Cuidar de si é combustível, não recompensa.
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Liberdade não é sobre sexo (calma, gente)
Liberdade não é sobre sexo (calma, gente)
Sempre que se fala em liberdade feminina, alguém entende como código pra algo picante. O post desarma esse mal-entendido: liberdade é viver inteira, e o desejo é só a pontinha visível de uma liberdade bem maior.
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Quando a dor chega sem tocar a campainha
Quando a dor chega sem tocar a campainha
A dor chega sem avisar e derruba o que a gente vinha empurrando pra debaixo do tapete. Ninguém apaga a dor, mas dá pra seguir vivendo com ela, e um dia notar que o que parecia o fim era uma porta.
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Boa filha, boa esposa, boa mãe: as medalhas que fazem a coluna reclamar
Boa filha, boa esposa, boa mãe: as medalhas que fazem a coluna reclamar
Os títulos de "boa filha, boa esposa, boa mãe" parecem honra, mas, pendurados todos juntos, entortam a coluna. O post separa o que a gente carrega por escolha do que carrega só por hábito e medo de decepcionar.
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As chaves sempre estiveram com você (e estavam no fundo da bolsa)
As chaves sempre estiveram com você (e estavam no fundo da bolsa)
A gente passa anos cumprindo listas e esperando uma permissão que nunca chega para, enfim, ser feliz. Só que a maior parte das amarras é autoimposta, e a chave para abri-las sempre esteve com a gente. Um convite a olhar para as próprias regras invisíveis.
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